Warren Buffett is redeploying his capital massively outside of the United States
Enquanto o mercado de ações americano enfrenta um período de turbulência, Warren Buffett, conhecido como o Oráculo de Omaha, fez uma retirada estratégica de certos ativos americanos para reforçar suas posições no Japão.
O êxodo estratégico de Buffett do mercado americano
Warren Buffett, através de sua holding Berkshire Hathaway, realizou uma reestruturação significativa de seu portfólio no final de 2024. Na verdade, o bilionário americano vendeu 117 milhões de ações do Bank of America, representando cerca de 5,5 bilhões de dólares, como parte de uma estratégia mais ampla de desengajamento do mercado americano, um movimento semelhante à venda de 49% de suas ações da Apple.
Essa decisão contribuiu para elevar as liquidez da Berkshire Hathaway a um nível recorde de 334 bilhões de dólares.
Esse movimento parece particularmente sensato considerando o desempenho recente do mercado americano. O S&P 500 de fato perdeu até 5 trilhões de dólares em valor de mercado desde o início do ano, confirmando assim a perspicácia lendária do investidor de 94 anos.
Essa reorientação estratégica se insere em uma tendência mais ampla para a Berkshire Hathaway, que se tornou uma vendedora líquida de ativos americanos. A empresa parece estar antecipando um período de incerteza para a economia americana, preferindo assegurar suas posições e explorar novas oportunidades no exterior.
O Japão como novo terreno de investimento privilegiado
Os documentos regulatórios publicados recentemente revelam que a Berkshire Hathaway aumentou significativamente suas participações em cinco grandes casas de comércio japonesas:
- Mitsui: de 8,09% para 9,82%;
- Mitsubishi: de 8,31% para 9,3%;
- Marubeni: de 8,23% para 9,29%;
- Sumitomo: de 8,23% para 9,29%;
- Itochu: de 7,47% para 8,53%.
Em sua carta anual aos acionistas, Warren Buffett explica essa estratégia ao destacar as semelhanças entre esses conglomerados japoneses e a Berkshire Hathaway:
Cada uma dessas grandes empresas detém, por sua vez, participações em uma ampla gama de empresas, muitas das quais estão baseadas no Japão, enquanto outras operam em todo o mundo.
Essa abordagem permite que Buffett diversifique seus investimentos em escala global, mantendo-se fiel à sua filosofia de investimento.
Essas aquisições não são recentes, uma vez que a Berkshire Hathaway começou a acumular ações nessas empresas japonesas desde 2019. No entanto, a recente aceleração desses investimentos reflete uma confiança reforçada na economia japonesa, em um momento em que as tensões geopolíticas e econômicas se intensificam entre as grandes potências mundiais.
Fiel à sua filosofia de investimento de longo prazo, Buffett afirmou não ter nenhuma intenção de se desfazer dessas participações em um futuro próximo, enfatizando até que “ a participação da Berkshire nas cinco empresas deve aumentar um tanto ” nos próximos anos.
Em suma, esse reposicionamento em direção ao Japão faz todo o sentido à luz das recentes declarações de Buffett. Em sua carta anual, o Oráculo de Omaha alertou para um possível colapso econômico americano, apontando os desvios orçamentários de Washington.
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