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França: Um candidato à presidência propõe destinar de 5 a 10% das reservas nacionais em Bitcoin.

Sun 16 Mar 2025 ▪ 4 min de leitura ▪ por Evans S.

Enquanto os bancos centrais globais se exaurem em uma corrida para a impressão de dinheiro sem fim, François Asselineau, presidente da UPR, propõe uma virada radical: integrar de 5 a 10 % de bitcoin nas reservas do Banco da França. Uma ideia que abala as certezas econômicas tradicionais e questiona nossa relação com a soberania. Por trás dessa proposta, um constatação implacável: o bitcoin não é uma simples criptomoeda, mas uma ferramenta de resistência frente ao desmoronamento das liberdades financeiras.

L'énergie du trait et le contraste renforcent la tension du choix entre Bitcoin et or

Um escudo estratégico contra a deriva das moedas tradicionais

Uma reserva de valor imune aos caprichos dos bancos centrais? O bitcoin, com seu teto fixado em 21 milhões de unidades, encarna essa raridade digital sem precedentes.

Ao contrário do ouro, cujas reservas reais permanecem opacas (quem sabe o que escondem os cofres de Fort Knox?), cada bitcoin é rastreável, verificável e impossível de duplicar. Uma transparência revolucionária.

Asselineau destaca um paradoxo: a França possui 2.436 toneladas de ouro, mas continua vulnerável a crises de confiança monetária.

Ao alocar de 5 a 10 % de suas reservas ao bitcoin, ela diversificaria seu arsenal financeiro. Uma aposta audaciosa, mas calculada.

Recordemos que El Salvador, pioneiro nesse sentido, já converteu parte de seu Tesouro público em bitcoin, desafiando o FMI. Resultado? Uma economia menos dependente do dólar e um influxo de capitais inovadores.

A mineração, frequentemente criticada por seu impacto energético, torna-se aqui um trunfo geopolítico. Ao valorizar os excedentes de energia (como na Finlândia, onde data centers aquecem cidades), a França poderia transformar uma limitação ecológica em um alavanca industrial. Uma ideia que desafia dogmas: e se o bitcoin não fosse o problema, mas uma parte da solução?

O euro digital vs Bitcoin: a luta invisível pela liberdade financeira

Por trás das promessas de modernidade, o euro digital esconde uma armadilha temível: a vigilância total. Programável, rastreável infinitamente, ele abre a porta para um crédito social ao estilo chinês.

Marvin Scarella, especialista convidado pela UPR, resume: “Com o euro digital, sua carteira se tornará um bisbilhoteiro. O bitcoin, por sua vez, permanece um cofre pessoal.”

A diferença é crucial. Enquanto o BCE considera limitar o uso de dinheiro (já limitado a 1.000 € na França), o bitcoin permite transações sem permissão, contornando sanções e controles.

Uma ferramenta vital para países sob embargo, como a Venezuela ou o Irã, mas também para cidadãos comuns. Você sabia que 12 % dos franceses já possuem criptomoedas? Uma onda silenciosa, ignorada pelas elites.

Nesse contexto, a proposta de Asselineau não é apenas econômica: é eminentemente política. Constitucionalizar o dinheiro e adotar o bitcoin é recusar a dominação dos bancos sobre nossas vidas.

Asselineau não propõe uma fuga em frente especulativa, mas uma estratégia de soberania. Integrar o bitcoin às reservas francesas é antecipar o colapso das moedas fiduciárias, enquanto protege as liberdades individuais, mesmo que ele também tenha perdido um suporte crucial diante do Ouro.

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Evans S.

Fasciné par le bitcoin depuis 2017, Evariste n'a cessé de se documenter sur le sujet. Si son premier intérêt s'est porté sur le trading, il essaie désormais activement d’appréhender toutes les avancées centrées sur les cryptomonnaies. En tant que rédacteur, il aspire à fournir en permanence un travail de haute qualité qui reflète l'état du secteur dans son ensemble.

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