Bitcoin: Mt. Gox libera novamente bilhões, o mercado prende a respiração.
Em pleno processo de reembolso das vítimas do hack de 2014, Mt. Gox realiza desbloqueios massivos de Bitcoin. O que pode fazer os investidores temerem: o mercado pode ser abalado por esses movimentos incessantes? Enquanto os credores esperam finalmente ver a cor de seus fundos, essas transações de bilhões despertam curiosidade e preocupação. Ainda haverá um BTC no cofre da exchange de cripto depois dessa valsa?
Bitcoin: Mt. Gox libera bilhões, o que pensar sobre isso?
O seriado Mt. Gox continua: em março, a exchange de cripto em falência movimentou mais de 35.000 BTC, ou seja, 3,1 bilhões de dólares! Só no dia 25 de março, 11.501 BTC mudaram de mãos.
Segundo a Arkham Intelligence, 10.608 BTC foram parar em uma carteira de “exchange” enquanto 893 BTC foram enviados para uma hot wallet. Spot On Chain alerta: estes últimos deverão ser movimentados novamente em breve.
Credores finalmente serão pagos? Em julho de 2024, uma pesquisa no Reddit revelou que muitos não tinham intenção de vender imediatamente seus BTC. No entanto, essas transações massivas chamam a atenção: em dezembro passado, Mt. Gox já havia movimentado 24.000 BTC depois que o preço do bitcoin se aproximou de 100.000 dólares.
A nervosidade é palpável no mercado. Quem realmente se beneficiará desses bilhões em movimento?
Arkham Intelligence lembra que Mt. Gox ainda detém 35.000 BTC, ou cerca de 3,1 bilhões de dólares espalhados em várias wallets. Alguns especialistas acreditam que esses movimentos podem estar relacionados aos reembolsos iminentes dos credores.
Spot On Chain destaca que os 893 BTC enviados para a hot wallet provavelmente acabarão em uma exchange. Em março, uma transação similar precedeu um depósito de 332 BTC na Bitstamp.
O impacto dessas transações no mercado permanece incerto. Se os credores optarem por manter seus fundos, a pressão vendedora pode ser limitada. Mas uma liquidação maciça pode resultar em uma queda no preço do bitcoin.
Devemos esperar um terremoto financeiro ou apenas um simples reajuste?
Rússia: um passado conturbado por trás do hack de Mt. Gox
Se o caso Mt. Gox ainda abala o mercado, seu passado nebuloso volta à tona. O DOJ americano já acusou dois cidadãos russos, Alexey Bilyuchenko e Aleksandr Verner, de serem os cérebros por trás do hack da exchange em 2014. 647.000 BTC teriam sido drenados em três anos, antes de serem lavados em grande escala.
O mais preocupante? Bilyuchenko também está ligado à BTC-e, uma plataforma hoje desaparecida, tristemente famosa por ter reciclado fundos provenientes de cibercrimes. O DOJ revela até que mais de 300.000 BTC teriam transitado por lá.
Os laços entre Mt. Gox e a cibercriminalidade russa se aprofundam em um verdadeiro labirinto financeiro. Segundo o DOJ, os fundos roubados transitaram por vários canais obscuros, incluindo por corretores americanos, antes de serem distribuídos em contas bancárias offshore.
Uma investigação realizada em 2016 revelou que os hackers teriam colaborado com a TradeHill, outra exchange hoje extinta.
- 850.000 BTC roubados entre 2011 e 2014;
- 300.000 BTC lavados via BTC-e;
- 6,6 milhões de dólares transferidos para contas offshore;
- Fundos redistribuídos através de corretores americanos.
Enquanto Mt. Gox tenta virar a página, a sombra dos hackers russos ainda paira. O mercado de cripto pode realmente se desvincular de seu passado nebuloso? Que outros segredos este caso revelará ao grande dia?
Quando se fala de países orquestrando hacks de exchange de cripto, a Rússia não é a única na mira. A Coreia do Norte recentemente se destacou ao manipular habilidosamente o mercado: hoje seria um dos maiores detentores de bitcoin do mundo. Uma nova potência financeira está se formando nas sombras dos hacks e transações duvidosas?
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La révolution blockchain et crypto est en marche ! Et le jour où les impacts se feront ressentir sur l’économie la plus vulnérable de ce Monde, contre toute espérance, je dirai que j’y étais pour quelque chose
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